sexta-feira, julho 21, 2006

Guardo na memória

Guardo na memória de um beijo doce
O paladar do teu corpo que me ata
Ao dia de ontem e como se fosse
Névoa, não deixa ver que, assim, me mata

O hoje e o amanhã. Ah, quem me dera
Que a memória desse dias partisse
Em busca d’outro vale, onde a quimera
Tão doce, quanto o beijo, não fugisse.

Sabes que a música que meus olhos
Te cantaram, floriu em mar de pranto?
E de tanto te sonhar, mas tanto,

Tanto, se evadiu da prisão de escolhos
Que agora a minha voz se transformou
Em memórias que o meu corpo apagou.

joão lopes

7 comentários:

Bel disse...

Será que o sabor do beijo parte?
Acho que alguns permanecem bem presentes na nossa memória. Talvez os de há muito tempo atrás, quem sabe os de ontem, quem sabe os de amanhã?
Bem prefiro sme dúvida alguma que os de amanhã não partam.
Boa semana

RPM disse...

Muito bonito este poema....

bom fim de semana

RPM

AnaGarrett disse...

Beijos doces. hummmmm

Silêncios disse...

Há memórias que não se apagam mesmo...
Um beijo para ti

aprendiz de viajante disse...

É sempre um prazer ler-te!

Já tinha saudades :)))

UM bjinho

Anónimo disse...

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